Orações
2.7 - SEXTA PARTE: MORTE DE DONA VIRGÍNIA
Letra: Antônio Machado de Faria
Bairro Bom Sucesso – Brasópolis MG
Tom: Sol Maior – Querumana
Objetos e imagem da Igreja pelos fiéis quase tudo doado
Os devotos ajudaram bastante tudo naquilo que era necessitado
Um estrangeiro fabricou uma imagem treis metros de altura foi encomendado
Os senhores Ìtalo Mandolési Sebastião José Dias pagaram o combinado
Era uma Nossa Senhora das Graças uma santa muito venerada
Lá no alto da torre da Igreja essa grande imagem para sempre ficou colocada.
À Nossa Senhora da Piedade Dona Virgínia pediu pra saber
Se a queria ir pra Igreja Nova uma rosa branca fazer aparecer
A primeira zeladora da Igreja ainda está aqui e viu isso acontecer
Ao abrir a Igreja bem cedinho uma senhora estranha veio lá trazer
Toalhas brancas pra por nos altares, jarras e vasos branco tudo oferecer
As rosas brancas que trouxe eram tantas que todos vasos da Igreja pode abastecer.
Maria do Carmo, a dona Lia por muitos anos da Igreja cuidou
Uma das filhas de Sebastião Dias, a grande família que muito ajudou
Dona Virgínia era amada por todos, pra Dona Maria assim ela falou
Queria saber da Santinha querida, a linda Igreja nova si ela gostou
Dona Virgínia contente com a confirmação, da humilde capelinha a santa mudou
A primeira missa lá na Igreja nova foi o Padre Agostinho Picard que a celebrou
Dona Virgínia com a idade avançada e a saúde também se agravou
Desde mil novecentos e quatorze, quando com fé essa santa encontrou
Ela já era muito religiosa e depois disso sua fé redobrou
Rezou muito curando as pessoas, atendeu a todos que a procurou
Sofrendo demais nisto ela faleceu, sua grande missão nesse dia encerrou
Sua comunidade e seus descendentes continuando a sagrada história que você iniciou.
